quinta-feira, 19 de maio de 2022

Novidades da Fundação

Nestes (pouco mais de) primeiros quatro meses de 2022 não faltaram novidades interessantes vindas da, ou relativas à, Fundação Eça de Queiroz - a começar, claro, pela da nomeação de um novo presidente do conselho de administração, a que já fizemos referência em Março. A 14 de Janeiro foi anunciado que a Fundação se tornara a primeira parceira (institucional) oficial da iniciativa «Acordo Zero». Entre 15 de Janeiro e 31 de Março esteve patente, na Casa de Tormes, uma exposição das primeiras edições das obras do escritor. A 26 de Março a instituição foi distinguida com a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Baião. Abriu a 29 de Abril, e findará a 30 de Junho, uma exposição de passaportes originais de Eça de Queiroz. A 12 de Maio foi exibido, no Porto Canal, um episódio da série documental «Conversas com História-Museus» dedicado à FEQ e à Casa de Tormes.

sábado, 16 de abril de 2022

Para além das relíquias

Começa hoje, e prolonga-se até ao próximo dia 23 de Abril, a Páscoa judaica de 2022. Este é, pois, um dia adequado para, tomando aquela como pretexto, recordar e divulgar – para quem ainda não o conhece e leu – o ensaio de João Medina «Eça e os judeus» publicado em duas partes no blog Malomil a 4 e a 6 de Maio de 2016. Realçando desde logo que, e como aliás o texto refere no seu início, que quase de certeza os únicos seguidores da religião hebraica que Eça de Queiroz terá conhecido em Portugal e com quem terá convivido foram Salomão Sáraga – seu colega nas Conferências do Casino em 1871 – e Carlos Meyer – seu amigo, e colega na Universidade de Coimbra (mas em outro curso, o de Medicina) e no «grupo jantante» «Vencidos da Vida», além de inspiração-modelo para a personagem Carlos da Maia em «Os Maias».

sexta-feira, 25 de março de 2022

Tudo em família

Faz hoje precisamente um mês: a 25 de Fevereiro último Afonso Reis Cabral foi designado como o próximo presidente do conselho de administração da Fundação Eça de Queiroz, órgão a que já pertence como vogal desde 2020, para o próximo mandato de dois anos até 2024. A decisão foi tomada por unanimidade pelos seus colegas da FEQ – Ivone Abreu, José António Barros, José Luís Carneiro, Paula Carvalhal e Paulo Pereira – por considerarem que o seu colega «reúne as condições de competência e experiência necessárias ao cargo, e por assegurar a manutenção de um membro da família à frente dos destinos da Fundação.» De facto, Afonso Reis Cabral – ele próprio já com uma assinalável carreira de escritor em nome próprio, tendo inclusivamente ganho os prémios literários LeYa em 2014 (com «O Meu Pai») e José Saramago em 2019 (com «Pão de Açúcar») – é trineto do autor de «A Cidade e as Serras», e vai substituir o pai, Afonso Eça de Queiroz Cabral, na liderança da FEQ. A ler também sobre este assunto: os relatos da sucessão no Jornal de Notícias e no Público, e ainda o comentário de Maria do Rosário Pedreira no seu blog Horas Extraordinárias.

16 de Outubro: 3º Congresso Internacional Eça de Queiroz, 150 Anos

Ver Programa:  https://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1830%3A3-encontro-internacional-eca-de-que...