segunda-feira, 18 de março de 2019

Comunicações já confirmadas...

Adriana Mello Guimarães | EÇA DE QUEIROZ E A REVISTA DE PORTUGAL: A CONCRETIZAÇÃO DE UM SONHO Alexandre Honrado | 1900. QUE SÉCULO MORREU AO DESPEDIR-SE DE EÇA? Alfredo Campos Matos | O TEMA DA «VIAGEM» N'OS MAIAS Ana Margarida Chora | EÇA DE QUEIROZ, AS BAILARINAS DO SUEZ, FATMÉ E A ALMEIA DE FLAUBERT Annabela Rita | EÇA, CRONISTA António de Araújo | NO SHEPHEARD'S: O EGIPTO DE EÇA Antonio Augusto Nery | DIÁLOGOS COM O EGIPTO (EÇA DE QUEIROZ) César Tomé | VESTÍGIOS DE KANT NA ANTROPOLOGIA ECIANA (A PROPÓSITO DA VIAGEM DE EÇA DE QUEIROZ À INAUGURAÇÃO DO CANAL DO SUEZ) Fabrizio Boscaglia | EÇA DE QUEIROZ E O ISLÃO NO CONTEXTO DA GERAÇÃO DE 70 Jorge Chichorro Rodrigues | EÇA DE QUEIROZ, O «IRÓNICO PEREGRINO» DO ROMANCE «A RELÍQUIA» Liliane Correa Faria Pinto | O EGIPTO DE DOM PEDRO II E EÇA DE QUEIROZ Luís Manuel de Araújo | O EGIPTO DE EÇA DE QUEIROZ, 1869 Maged Talaat Mohamed Ahmed Elgebaly | ESTUDO COMPARADO ENTRE EGIPTO DE EÇA DE QUEIRÓS E TAHRIR DE ALEXANDRA LUCAS COELHO Manuel Curado | EÇA DE QUEIROZ E O ESPIRITISMO: A CURIOSIDADE OITOCENTISTA SOBRE O SUEZ DO ALÉM Maria do Carmo Mendes | À PORTA DO ORIENTE: A POESIA DE ANTÓNIO FEIJÓ Maria Cristina Pais Simon | O EGIPTO ‘PASSEADO E COMENTADO’ POR EÇA DE QUEIROZ Maria Serena Felici | ENTRE INFRAESTRUTURAS NOVAS E ORDENS SOCIAIS ANTIGAS: O PROGRESSO COMO CONTRADIÇÃO NA OBRA JORNALÍSTICA DE EÇA DE QUEIROZ Mário Vítor Bastos | UMA NOVA PASSAGEM MARÍTIMA DA ÍNDIA PARA PORTUGAL: MÉDIO ORIENTE E ORIENTALISMO EM EÇA DE QUEIROZ Mendo Castro Henriques | EÇA DE QUEIROZ, UM CRIADOR DE MAPAS DA EXPERIÊNCIA HUMANA Mónica Figueiredo | RASCUNHOS PARA UM ATLAS DO ROMANCE QUEIROSIANO Patrícia da Silva Cardoso | NO CANAL DE SUEZ, A BORDO COM EÇA DE QUEIRÓS E ÁLVARO DE CAMPOS Paula Oleiro | A INFLUÊNCIA DO ORIENTE NA FICÇÃO QUEIROSIANA Ricardo António Alves | PAISAGEM SOCIAL E ESTEREÓTIPO, ESTESIA E ESPALHAFATO: O EGIPTO VISTO POR EÇA DE QUEIROZ (1869) E FERREIRA DE CASTRO (1935) Teresa Pinto Coelho | EÇA, DISRAELI, GLADSTONE E O CANAL DO SUEZ

Congresso “Eça de Queiroz, nos 150 anos do Canal do Suez”


A 17 de Novembro de 1869, inaugurou-se o Canal do Suez, acontecimento com as maiores repercussões na época, nas mais diversas áreas (política, económica, cultural, religiosa, etc.), e que foi também uma via de abertura no diálogo entre o Ocidente e o Oriente.
Eça de Queiroz cobriu, como jovem jornalista, esse evento, publicando uma série de textos no “Diário de Notícias”, antecipando o escritor que viria a ser, um dos maiores escritores do mundo lusófono.
Cento e cinquenta anos depois, a Revista NOVA ÁGUIA, o MIL: MovimentoInternacional Lusófono e o CLEPUL: Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas eEuropeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, em parceria com diversas Instituições, irão assinalar a efeméride, promovendo um Congresso a decorrer entre os dias 15 e 18 Novembro de 2019, na Sociedade de Geografia de Lisboa e na Biblioteca Nacional de Portugal, que irá abordar os seguinte tópicos:
- Eça de Queiroz como jornalista;
- Eça de Queiroz como escritor inspirado pelas suas viagens;
- Representações do Médio Oriente oitocentista na obra de Eça de Queiroz e na literatura portuguesa coeva;
- A importância do Canal do Suez na época;
- O Médio Oriente na altura e hoje.


Caso pretenda participar neste Congresso, deverá enviar-nos uma proposta (com título e resumo) até final de Abril, para info@movimentolusofono.org

Comissão Organizadora: Renato Epifânio, Annabela Rita, Octávio dos Santos, Pedro Correia e Rui Lopo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

O criador enquanto «criatura»

José Maria Eça de Queiroz continua a ser conhecido, quase 120 anos depois da sua morte, como um extraordinário escritor, e, embora tendo-se distinguido também enquanto jornalista e cronista, ficou mais célebre, claro, como notável ficcionista, nos romances e nos contos. Para eles criou muitas personagens, várias das quais ainda hoje permanecem famosas e até arquetípicas. Porém, e se o criador passasse a criatura, a figura de uma narrativa? Sem dúvida uma possibilidade interessante, uma experiência aliciante. Que, por exemplo, Sónia Louro tentou, e de que resultou «Eça de Queiroz segundo Fradique Mendes», livro editado em 2018.   

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Entre duas efemérides

A vida e a obra de José Maria Eça de Queiroz suscitam, nas suas múltiplas e diversas componentes, motivos quase permanentes para iniciativas e efemérides. Antes da deste ano de 2019, em que iremos assinalar os 150 anos da viagem do escritor ao Médio Oriente a pretexto da inauguração do Canal do Suez, houve outra relevante no ano passado, os 130 anos da edição de «Os Maias», que foi – e ainda é, pelo menos até ao próximo dia 18 de Fevereiro – assinalada pela exposição «Tudo o que tenho no saco - Eça e "Os Maias"», na Fundação Calouste Gulbenkian, com o apoio da Fundação Eça de Queiroz.    

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