quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Novas edições do Movimento Internacional Lusófono...

 ... Incluem dois livros sobre contemporâneos de Eça de Queiroz.


Joel Serrão, "Estudos sobre Antero", organização de António Braz Teixeira e Manuel Cândido Pimentel, MIL/ DG Edições, 2021, 386 pp.

ISBN: 978-989-53284-8-2


AA.VV. "Os irmãos Arriaga: Filosofia, História e Literatura", coord. de Carlos E. Pacheco Amaral, Manuel Cândido Pimentel, Berta Pimentel e Renato Epifânio, Lisboa, MIL/ DG Edições, 2021, 190 pp.

ISBN: 978-989-53284-7-5


Mais livros MIL: ver catálogo

Para encomendar: info@movimentolusofono.org

sábado, 13 de novembro de 2021

Não deveria valer tudo


Como já referimos várias vezes, Eça de Queiroz tem merecido, e com toda a justificação, uma atenção constante e interessada ao longo dos anos, desde a sua morte, atravessando todo o século XX e prolongando-se para este XXI; atenção essa expressa em regulares reedições das suas obras, na publicação de ensaios e de estudos sobre aquelas e sobre a vida do escritor, e na realização de diversas iniciativas que de alguma forma incidem numas, na outra ou em ambas – um exemplo mais recente é, obviamente, dado pelo 2º Congresso Internacional «Eça de Queiroz, 150 Anos», organizado este ano, tal como o primeiro em 2019, pelo Movimento Internacional Lusófono. Porém, neste âmbito como em outros, não deveria valer tudo…
… Como o demonstra um livro recente sobre (e d)o autor de «A Relíquia», que consiste numa compilação de textos sobre outros países e outros povos, e que foi divulgado por Maria do Rosário Pedreira a 26 de Outubro último em post no seu blog Horas Extraordinárias. Em que coloquei dois comentários, sendo o segundo este: «(…) Estando, como seria de prever (porque é a Quetzal que o publica), o livro acima referido impresso em “acordês”, obviamente desaconselho a sua aquisição e até a sua leitura - nenhum respeito merece um trabalho que, por exemplo, na mesma página, tem “Egito” e “egípcia”, e, talvez pior, mutila, falsifica, duas citações de outra autora. É sempre preferível recorrer, e não apenas em relação a Eça de Queiroz, a edições anteriores, de épocas em que a ortografia em Portugal ainda não se tornara uma completa anedota.»
A página em questão é, como se pode ver aqui, a número oito. E nela também se lê quem é a outra autora mencionada, cujas palavras foram, sim, mutiladas, falsificadas, por terem sido «acordizadas»: Maria Filomena Mónica, cujo livro «Eça de Queirós» - ironicamente, também editado pela Quetzal – é talvez e tão só a maior e a melhor biografia do grande escritor até hoje publicada.

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Obrigado: Aos que compareceram...

 … Ao 2º Congresso Internacional «Eça de Queiroz, 150 Anos» realizado nos passados dias 14 de Outubro na Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, e 15 de Outubro no Palácio Valenças, em Sintra. Mais concretamente, a todos os oradores pelas comunicações que apresentaram durante os dois dias do evento, invariavelmente interessantes e relevantes, abordando e analisando aspectos relativos ao grande escritor, aos seus contemporâneos e à sua época. Merecem também um agradecimento especial os que também vieram para assistir e para participar, ouvindo as intervenções e depois suscitando debates, colocando perguntas de que resultaram respostas. A gratidão é ainda devida a todas as entidades e instituições que colaboraram com o Movimento Internacional Lusófono na organização desta iniciativa, cujo sucesso pode ser equiparado ao obtido pelo primeiro congresso, em 2019…
… E tal pode ser aferido pelo impacto que este congresso teve em termos de cobertura mediática. Aqui, há que salientar, mais uma vez e em primeiro lugar, o Diário de Notícias, que há dois anos constituiu um parceiro fundamental e que, agora, voltou a estar presente, quanto mais não seja porque uma das três efemérides de 150 anos que assinalámos e celebrámos se relaciona(va) com o próprio jornal: a primeira edição, nas páginas daquele e em «cartas-capítulos» semanais, de «O Mistério da Estrada de Sintra»; num artigo escrito por Maria João Martins, que incluiu declarações dadas por Renato Epifânio, Presidente da Direcção do MIL, o ano de 1871 é objecto de – óbvio – destaque especial. Noticiaram também o congresso: o Expresso, que incluiu declarações dadas por mim – mas não inteira e correctamente transcritas, o que me levou a pedir que fossem feitas correcções (o que, no momento em que publico, ainda não aconteceu); Guia da CidadeJosé PoçasPorto dos MuseusRede Cultural de Sintra.
Apesar de não estar no horizonte imediato, meu e do MIL, a realização de um terceiro congresso dedicado a Eça de Queiroz, tal hipótese não está de todo posta de parte; porque não é exagero afirmar-se que o extraordinário artista, pela singularidade da sua vida, pela quantidade e qualidade da sua obra, e pelo impacto e pela influência que continua a exercer, é quase inesgotável no fascínio que exerce(u) e que exercerá sobre múltiplas gerações.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Memória do "II Congresso Internacional Eça de Queiroz 150 anos" e do Lançamento da NOVA ÁGUIA nº 28...

 

Sessão de Encerramento, no Palácio Valenças (Sintra) - Apresentação do Livro "Eça de Queiroz", da Colecção "Mestres da Língua Portuguesa", e da NOVA ÁGUIA nº 28: com Jorge Chichorro Rodrigues e Renato Epifânio.

"Roteiro queirosiano", em Sintra.
Painel on-line, com Maria Serena Felici (Itália).
Painel na Biblioteca Nacional (Lisboa): com Octávio dos Santos, Manuel Gama, César Tomé e Flávio Silva.

16 de Outubro: 3º Congresso Internacional Eça de Queiroz, 150 Anos

Ver Programa:  https://www.bnportugal.gov.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1830%3A3-encontro-internacional-eca-de-que...