José
Maria Eça de Queiroz continua a ser conhecido, quase 120 anos depois da sua
morte, como um extraordinário escritor, e, embora tendo-se distinguido também
enquanto jornalista e cronista, ficou mais célebre, claro, como notável ficcionista,
nos romances e nos contos. Para eles criou muitas personagens, várias das quais
ainda hoje permanecem famosas e até arquetípicas. Porém, e se o criador passasse a
criatura, a figura de uma narrativa? Sem dúvida uma possibilidade interessante,
uma experiência aliciante. Que, por exemplo, Sónia Louro tentou, e de que
resultou «Eça de Queiroz segundo Fradique Mendes», livro editado em 2018.
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